E, Hoje, Já Liderou?

  • “Eu não acho bem que façam isto à colega!”
  • “Não se pode dizer nada, que ficam logo melindrados…”
  • “Querem ver que agora não se pode falar com os meus colegas doutras áreas?”
  • “Dizem que estão abertos a novas ideias, mas depois quando se chama à atenção de uma coisinha que se pode melhorar ficam logo zangados…!”

Seguramente, todos concordamos que aos exemplos acima todos podíamos juntar uma série de outros que com crescente frequência se ouvem nos mais variados contextos profissionais

Mas que tem isto a ver com “liderar”?

E que interesse tem para quem só é chefe de si mesm@?

Ou mesmo para quem, sendo chefia, até poderá estar de acordo com a essência da maior parte dos exemplos acima?

Pois é nestas circunstâncias que se pode e deve liderar

Seja qual for o fundamento ou o enquadramento, estes comentários evidenciam necessidades de orientação! 

Porque, enquanto queixas / críticas negativas / condenações / vitimizações ou até fofocas, e que geralmente se aceitam como naturais e humanas, não cuidam de refletir as duas faces da realidade em causa.

Assim, quem “está de fora” (porque normalmente tem menos carga emocional) pode e deve liderar quem “está dentro”, convidando / fomentando a análise do outro lado da realidade.

Porque relativamente à gestão de Pessoas e à resolução de problemas, não há efeito sem causa, não há foz sem nascente, não há reação sem estímulo!

Liderou?


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