O Diagnóstico de Desempenho, Talento e Treino

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Quando fazemos diagnóstico do desempenho, é no sentido de gerir e apreciar melhor o talento das pessoas que colaboram connosco, independentemente do cargo, função ou dependência. Ou do posicionamento que ocupam na estrutura.

Os diversos critérios de avaliação de que dispomos para avaliar o desempenho, permitem identificar oportunidades e minimizar riscos no que toca a problemas não identificados antecipadamente. E a despoletar novas necessidades não identificadas anteriormente.

Existem outros aspetos a ressaltar como fundamentais para que as pessoas atinjam o seu máximo de desempenho, e de resultados, e consequentemente, de felicidade. A empresa deve recomendar o cumprimento das ações planeadas e calendarizadas em plano; deve preocupar-se com a otimização contínua de processos e adequação das métricas, objetivos e ferramentas disponíveis.

Para resultados, as pessoas devem estar na função certa e deter os conhecimentos e competências necessárias para o efeito. Assim como estar devidamente integrada e dispor de acompanhamento superior ou de colegas sempre que dele necessite. Assim, a liderança tem também aqui um papel fundamental de responsabilidade pelas suas pessoas.

Mas é sabido que o Treino e a Formação são vistos como solução e como uma resposta natural para motivar e melhorar o desempenho das pessoas. Assim o Treino e a formação de Instrutores passam a ter um papel de facilitadores efetivos com acesso obrigatório a conteúdos de rigor, científicos e comprovados, por isso essenciais.

A definição de estratégias para preparar recursos para apoiar na formação e treino é Basilar. Assim como a definição de estratégias de aprendizagem ajustadas ao público a quem se destinam as ações. Sejam elas experiências de conversa no face-to-face ou pelo meio virtual.

Surgem agora novas sessões de treino colaborativo, tal como cada vez mais, a facilitação no acesso a moderadores/ facilitadores e coaches, não só durante, mas depois das sessões, através das tecnologias possíveis. A comunicação deve ser sempre empática e transparente, perante uma audiência exigente e especializada. Esta tem necessidades específicas e expectativas previamente ponderadas, o que acresce exigência ao trabalho conjunto que se desenvolve com as equipas.

Pode recorrer-se a novas tecnologias e ferramentas de colaboração e aprendizagem. Mas deve trabalhar-se eficazmente com o grupo remotamente. Ter em conta as exigências do trabalho por turnos, e se necessário criar novas estratégias para novas formas de trabalho.

O Planeamento cuidado de soluções de treino é defendido por muitos,  e a razão do sucesso do treino, a par do momento da própria Ação. No momento da ação, dar importância acrescida, ao grupo com quem se vai trabalhar, ao Treino adequado às suas expetativas e especialmente, ao fundamental “Conteúdo” da Mensagem que se vai transmitir. O aumento do desempenho das pessoas e a criação de talento depende disso.


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